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Gospel de rapina


Postado em 11 de setembro de 2012
Categoria: Blog, Falsidade, Igreja, Política

Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos autorais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Licensing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas.

 

São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”.  Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmasse, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtorno, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a dizer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúcida.

 

Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve prestar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte.

 

Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasileiro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

 

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qualquer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são).  Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta é não. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei).

 

Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa.

 

Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Querem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesiologia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação.

 

A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularidade desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músicos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos.

 

Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina receberão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemunho do Evangelho. Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escritas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do resto. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

 

Que bom que já me acalmei, pois realmente tinha vontade de dizer muito mais.

 

Na paz,

+W

 

 ATUALIZADO em 15/09:

 

Devido a um novo entendimento do ocorrido, leia o esclarecimento a respeito da correspondência recebida e da repercussão desse caso: Minha despedida do mundo “gospel”

Comentários


  1. Leonardo
    11 de setembro de 2012 às 17:38

    Há males que vem para bem. (risos)

  2. Michele Epifanio
    11 de setembro de 2012 às 17:41

    Caro irmão, como fazer para ter acesso aos “profissionais cantores” que estão apoiando este absurdo? Isto tem que se fazer público para que nós saibamos quem são e nem mesmo os saudar, quanto mais cantar suas músicas.

  3. Renato vargens
    11 de setembro de 2012 às 17:43

    Prezado Bispo Walter,

    Esse movimento gospel me enoja profundamente! Sinceramente eu nao sei aonde vamos parar! Seu texto é extremamente oportuno!

    Abracos ,

    Renato Vargens

  4. Jenny
    11 de setembro de 2012 às 17:53

    Como a Michele, também tenho interesse em saber quem são esses “profissionais cantores”. Não podemos deixar que eles ainda continuem tomando parte num culto que é para Deus, quando já desistiram desse propósito faz tempo!

  5. André Luiz da Rocha Cândido
    11 de setembro de 2012 às 17:54

    Acho que está escrito na Bíblia o seguinte: “Vocês receberam de graça; dêem também de graça”. Mas devo estar enganado. Não sei quem disse isso. Nem tenho certeza se está em Mateus, 10:8b. Vendo o cenário evangélico atual, acho que essa mensagem foi uma alucinação na minha mente.
    Outra coisa, sempre pensei que não existiam impostos e tributos instituídos em desfavor de templos e associações religiosas. Outra alucinação, porque ao se cobrar direitos autorais, fatalmente abre um portal para questionar-se a isenção e imunidade tributárias das Igrejas.
    Mas, pelo menos os hinários voltarão à cena.

  6. Marcus
    11 de setembro de 2012 às 17:55

    Absurdo, mas já era esperado conforme as coisas andam.

  7. Alessandra
    11 de setembro de 2012 às 18:03

    O que mais vejo, são pessoas sem o menor temor à Deus cantando MPG (música popular gospel). A Igreja Cristã Nova Vida sempre apresentou um louvor verdadeiro e creio que sairá fortalecida por Deus desta ameaça terrível.
    ..

  8. Júlio
    11 de setembro de 2012 às 18:03

    Voltaremos aos hinos da harpa cristã !

    bando de palhaços, vendidos !

    Quero saber quem são esses palhaços, para acabar com o circo deles !

  9. Izaldil Tavares de Castro
    11 de setembro de 2012 às 18:05

    Caro bispo, saudações no Senhor.
    Que tempos pegajosos! Houve tempo em que entoar louvor e adoração era atividade espiritual do crente e, consequentemente, da igreja. Hoje, a “praga”: maioria das gravadoras, abutres ávidas de dinheiro, abrem as portas para esses interesseiros, não menos abutres, que vêm disputar com a oferta ao Senhor. Temos que fazer como o patriarca Abrão (Gênesis, 15: 7-11), que enxotava as aves de rapina que sobrevinham à oferta. Um abraço.

  10. Lucas Máximo
    11 de setembro de 2012 às 18:07

    Graças a Deus, “ainda há os que não se curvaram a Baal”.
    Que o Espírito Santo conserve sua voz profética, Walter.

  11. Ziel Machado
    11 de setembro de 2012 às 18:29

    Boicote já ao ” Gospel”!
    Abraços
    Ziel Machado

  12. Juçara
    11 de setembro de 2012 às 18:32

    Eu acho os hinos da harpa tão bonitos e sinceros. Um certo grupo irá na festa de nossa igreja este mês, e olha nem comento o que teremos que fazer p/ termos a honra deles lá cantando…nem Jesus faria isso conosco!

  13. Osmundo P_imentel
    11 de setembro de 2012 às 18:32

    Que nunca mais se cante ou que se prestigiem esses mercenários da fé. Voltemos aos bons hinos e aos verdadeiros compositores cristãos que compõem para o canto comunitário. O seu texto é base para uma boa defesa nas barras do tribunal, se for o caso.
    Para quem acha que templo é dinheiro: Azorrague neles!
    Abraços do Osmundo.

  14. Marco Antonio
    11 de setembro de 2012 às 18:33

    Como você mesmo menciona em seu livro: isso é o fim de uma era. Pode jogar tudo fora!!!
    É uma geração totalmente perdida! Não sabem nada do Criador e tão pouco do Salvador!!!

    Caro irmão! Continue assim não baixe os braços!

  15. Leo
    11 de setembro de 2012 às 18:34

    Pastos,
    Lamento muito ficar sabendo dessa pratica, porque ouço desabafos constantes no meio da produção cultural em que trabalho com relação ao ECAD. Mas é o meio “secular” sempre esperei que essa pratica não chegasse dentro da igreja, apesar de temer que isso ocorresse um dia.
    Por um lado, entendo seu desabafo e a forma que escreve, mas me esforço para não crer que muitos desses “cantores gospel” sejam tudo isso que eu imagino e o senhor diz. Que na verdade são um desavisados, que de deixaram ludibriar pelo “sucesso”e um alcance maior na sociedade. Isso porque a maior parte da população não conhece a relação sordida entre as gravadoras e o ECAD. O ECAD é uma instituição formada pelas grandes gravadores com o intuito de arrecadar os direitos altorais de suas obras. O problema é que não existe tabela de preço, um valor para cada musica, ou por quatidade de expectador (ouvinte) . A cobrança é indiscriminada, seja casamento, festa de aniversario ou exibição de filmes ao ar livre, eles cobram sem mesmo saber que musica tocou, simplesmente mandam um boleto cobrando a execução. Alem disso ainda cobram de eventos e show onde a as musicas e grupos musicais não estão associados a nenhuma gravadora pertencentes ao ECAD. E então pra onde vai esse dinheiro? Enfim, não importa se é sem ou com fins lucrativos, o importante é cobrar.
    Mas por outro não posso ser ingenuo e isentar totalmente esses cantores gospel. Trabalhar com/para gravadoras “do mundo”é tambem aceitar suas praticas mesquinhas.

    Se essa cobrança se estender a todas as igrejas cristãs espero que alguns desses cantores percebam seus dons foram dados por Deus para ser usado na sua obra. Que eles acordem e se manifestem contra isso. Que haja uma verdadeira ruptura entre o mercado cultural e o louvor a Deus. Que o Mercado Gospel deixe de existir.

    Pastor, admiro seu ministerio, Deus te abençoe.

  16. Raquel - ICNV NOVA IGUAÇU
    11 de setembro de 2012 às 18:35

    Que absurdo! Mas isso é apenas mais uma demonstração dessas pessoas que fazem de Deus um negócio! Se o VERDADEIRO louvor inspirado por Deus VEIO DELE, como podemos cobrar?
    Com certeza os que são realmente são inspirados pelo Espírito Santo não fariam isso.

  17. Celso Rossi
    11 de setembro de 2012 às 18:37

    Gostei, esses musicos que mercadejam suas mensagens não são dignos.

  18. Pr. Antonio Carlos Telles
    11 de setembro de 2012 às 18:37

    Estamos vivendo tempos difíceis, mas, contudo a Palavra de Deus está se cumprindo. Em 2 Pe 2:1-3 temos o relato do que está acontecendo: movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias…. Deus abençoe a sua vida Bispo Walter.

  19. Celso Rossi
    11 de setembro de 2012 às 18:38

    Gostei, esses musicos (ditos cristãos) que mercadejam suas mensagens não são dignos.

  20. Bispo Walter
    11 de setembro de 2012 às 18:48

    Assim que conseguir a lista, farei campanha para exatamente isto Ziel.

  21. MARILENE MOUTINHO VIEIRA
    11 de setembro de 2012 às 19:29

    É UM ABSURDO ! PRECISAMOS PARAR DE CANTAR AS TAIS “GOSPEL”.OS ASTROS GOSPEL ” ESTAM TOTALMENTE FORA DOS PADRÕES DE SERVOS DE DEUS,ESTAM TOTALMENTE PERDIDOS !!

  22. Anderson Alcides
    11 de setembro de 2012 às 19:35

    Bispo Walter, choro por isto. Me entristeço profundamente, mas me alegro em saber que muitos que pregam e tem ensinado sobre este mercantilismo “gospel”, não passarão por mentirosos e caluniadores, pois aqueles mostraram sua verdadeira intenção.

    Entretanto, me surgiu uma dúvida!! Esta decisão é local? Abrange apenas o estado do Rio de Janeiro ou é nível nacional?

    Sabe dizer?

  23. Fabio Almeida Sampaio
    11 de setembro de 2012 às 19:44

    Que absurdo.
    Estou ainda mais estupefato, mesmo tendo tido durante a minha vida, experiências muito amargas com este maldito movimento gospel.
    Louvor é a expressão de gratidão ao nosso Deus, pois vêm da eternidade e volta para a eternidade, não sendo de maneira alguma, imputado a nós qualquer mérito por isso.
    Mas realmente é revoltante a astúcia destes mercadores da fé, vaidosos idolatras caídos, que responderão pelo engano pregado através destas ações que corrompe multidões.
    Faço da sua revolta a minha revolta Bispo.
    Tratarei de excluir do site que tenho trabalhado, os hinos alí presentes para download, pois a Rapina está à espreita.
    E que Deus nos abençoe com a Sua paz.

  24. Ednilson Rodrigues
    11 de setembro de 2012 às 20:08

    Caro Bispo Walter McAlister, segue uma “ajudinha” para sua coletânea http://www.ippdf.com.br/musicas/musicas-prontas/

  25. Lívia Cabral
    11 de setembro de 2012 às 20:13

    Tive que entrar no site da empresa para saber se era de fato real . Que absurdo!
    http://ccli.com.br/site/?page_id=915

    “A CCLI trabalha com mais de 100.000 autores e 5.000 editoras ao redor do mundo.
    Entre os autores brasileiros, a lista inclui: Adhemar de Campos, Diante do Trono, Nívea Soares, Fernandinho, Paulo César Baruk, Asaph Borba, David Quinlan, Trazendo A Arca, Ludmila Ferber e muitos outros”.

    Gostaria de saber quem são estes muitos ‘outros’?

  26. Iracema Ferreira
    11 de setembro de 2012 às 20:13

    Meu coração descansa em saber que tudo isso é cumprimento das escrituras.”O amor de muitos se esfriará” Compactuo com a indignação do amado bispo , e oro para que o Espírito Santo continue derramando sobre sua vida essa unção profética, usando -o cada vez mais para despertamento de muitos, que muitas vezes , estão idolatrando esses tais, na mais completa inocência, e que precisam com amor e sabedoria de serem alertados. Deus o abençoe hoje e sempre, capacitando-o cada vez mais.

  27. Paulo Cesar Amaral
    11 de setembro de 2012 às 20:55

    Bispo Walter McAlister excelente seu texto e bem oportuno. Estou compartilhando em meu blog para conhecimento de toda minha igreja e de seguidores nas redes sociais.

    Deus continue abençoando o seu ministério!

  28. Fabio Takeda
    11 de setembro de 2012 às 21:45

    É triste demais ver tudo isso. Esqueceram se do que é o verdadeiro ministério cristão!

  29. Patricia Brasil
    11 de setembro de 2012 às 22:24

    Estou arrasada! Sem comentários…

  30. Roberta
    11 de setembro de 2012 às 22:24

    Bispo Walter,

    Como membra da Igreja Cristã Nova Vida desde 2 meses de idade, preciso dizer que além de um tanto que chocada, estou agora pensando no trabalho que teremos de ter com nossos adolescentes que ainda estão imersos nesse contexto do “Gospel musical”. Mas enfim… Sou colaboradora da Cia do Louvor, onde realizo traduções das canções da Hillsong Church. Assim, não fico completamente espantada com essa “novidade”, pois já tinha conhecimento das normas da CCLI. As questões que ainda está aqui em minha cabeça são:

    Será mesmo que esses cantores/bandas continuarão apoiando essa ideia? Sim, porque boa parte do lucro deles vem da divulgação das suas músicas que as pessoas realizam nas Igrejas;

    Como será a aceitação do público adolescente e jovem dessa questão? Precisaremos de muito apoio tanto técnico quanto espiritual para lidar com isso. Dizer que não podemos mais cantar essas canções (é mais aceitável trocar o repertório de canções do que ter de pagar por cantá-las, na minha opinião) nos cultos é uma postura não muito fácil de tomar;

    Ao mesmo tempo, penso no futuro do “Gospel musical”: esses cantores/bandas contarão “somente” com a divulgação de seus trabalhos na mídia, o que leva ao esgotamento de criações de muitas canções boas, já que penso que a divulgação vem em massa através dos cultos (os cristãos basicamente só ouvem essas músicas para cantar nas Igrejas, correto?) e se as Igrejas terão de pagar por cantar as músicas… Logo optarão por mudar o acervo musical, o que pode diminuir a iniciativa de composições novas e, assim, teremos uma considerável redução na divulgação de canções tão boas;

    Amo ministrar Louvor na nossa Igreja com essas canções, digo as que realmente trazem a mensagem de Deus (nosso pastor é bem criterioso quanto ao conteúdo dos louvores) mas penso no tanto que iremos perder em não termos mais a facilidade que temos hoje em cantar essas músicas nos cultos. Não penso muito diferente do senhor: vejo um interesse que me dá um tanto que vergonha de ver nesses grupos/cantores em agir dessa maneira. Sei que podemos trabalhar em cima dos hinos e canções tradicionais, mas ainda fico com o sentimento de perda… Perda da liberdade… Liberdade de poder adorar ao Pai com músicas que me abençoaram tanto em minha caminhada cristã… Que colaboraram para eu aprender e continuar aprendendo a ser serva de Deus… E que são visivelmente bençãos na vida dos membros de nossa Igreja.

    Obrigada pela iniciativa de seu pronunciamento quanto à questão e pela clareza em nos mostrar seu posicionamento e plano de ação também.

    Paz!

  31. Paulo Sérgio
    11 de setembro de 2012 às 22:31

    Bispo Walter tem algum documento que possa postar comprovando este pedido do ECAD e músicas das quais foram citadas no documento? Eu repasso com todo o prazer aquilo que é nocivo mas não o faria sem que houvesse documentos comprobatórios. Um abraço.

  32. Dalton
    11 de setembro de 2012 às 22:33

    LEO…

    Essa CCLI não é ligada ao ECAD. Verifiquei no site deles e mostra lá:

    A CCLI está vinculada ao ECAD?

    Não, a CCLI não tem nenhum vínculo com o ECAD. O ECAD fiscaliza a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. A licença da CCLI não tem relação com a execução pública de músicas e tampouco proporciona cobertura neste aspecto.

    Pelo que entendi é uma fundação voltada a arrecadar dinheiro das igrejas dizendo que “proporcionar uma solução para proteger as igrejas em relação à lei e a Direitos Autorais.” e segundo eles distribuindo essa renda para os autores das músicas. Procurei no site deles e não achei nenhuma lista de músicos adeptos a essa “empresa”.

    Se alguém tiver acesso a essa lista, favor indicar link .

  33. Pr Otoniel Pinheiro - Ministério Vinde
    11 de setembro de 2012 às 22:33

    Amigos precisamos saber se esta instituição que está fazendo esta cobrança é legítima.
    Aqui no Brasil quem possui a legitimidade para cobrar direitos autorais é o ECAD.
    Essa estrangeira etá me cheirando golpe. Além o mais ainda não existe em nosso país leis de direitos autorais ainda definidas. Portanto, vamos provar e ver se realmente esta instituição possui poderes para isso.
    Agora mesmo que sejamos proibidos de executar as musicas atuais, voltaremos a Louvar ao Senhor pelos hinos tradicionais de domínio público e temos em grande acervo destes que alimentam muito a nossa alma. Nem por isso o evangelho deixará de ser pregado. Caro Bispo e amigos não caiam nessa.

  34. Patricia Brasil
    11 de setembro de 2012 às 22:42

    Para muitos que talvez leiam esse post:

    Profunda dor… Talvez ainda mais dor por todas as pessoas que vão continuar defendendo e caindo junto e se perdendo junto e… ò Povo, volta e se converte a Deus verdadeiramente e olha pro Reino que Ele tem pra nós… Lembrem de quem é Deus. O Verdadeiro Deus Aquele que disse:

    “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” João 14:2

    Ou ” Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
    Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
    Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.”
    João 17:15-17

    Retorna. Arrependam-se e retornem pra Deus…

    Porque Ele também nos alertou em 2 Pe 2

    “E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
    E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
    E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.”
    2 Pedro 2:1-3

  35. Rivadávia Corrêa Jr.
    11 de setembro de 2012 às 22:58

    O mundo tomando conta das igrejas. Até a Rede Globo estão empenhas nisso. Música gospel rende muito dinheiro. Onde está o dinheiro está o coração….

  36. Albertina Almeida Nunes
    11 de setembro de 2012 às 23:02

    Glória a Deus que na minha igreja nem vamos sentir a diferença ao cantarmos hinos de adoração provenientes da harpa cristã e de autores do passado que compuseram verdadeiros louvores a Deus, pois na ICNV de Campo Grande isto já é uma realidade.

  37. Adriana
    11 de setembro de 2012 às 23:22

    Bispo Walter é revoltante…

    Creio cada vez mais que realmente o Joío está crescendo no meio do trigo mais e mais.
    Estão querendo calaR a nossa voz, mais não vão conseguir, pois servimos ao um Deus vivo, um Deus que tem olhos e ver, tem ouvidos e escuta e tem boca e fala por isso: “Aí de Vós que não ouvem a voz de Deus”… “hípocrítas, fariseus…”, “lobos em pele de ovelhas”…estas não são palavras minhas, mas palavras de Jesus. Mas, eu tenho um recado para estes, CONVERTAM-SE REALMENTE DE CORAÇÃO EM QUANTO A TEMPO!
    NÓS NÃO IREMOS DEIXAR DE LOUVOR AO TODO PODEROSO NOSSO DEUS!!!!ALELUIAS!!!!!!

  38. Saulo
    11 de setembro de 2012 às 23:45

    os sofista do evangelho vão colher o que plantarão .

  39. Marcos André Fernandes
    11 de setembro de 2012 às 23:46

    Caro Bispo, paz!

    Quem faz o sucesso dos profissionais do entretenimento gospel é a própria igreja. Quem compra cd´s (que têm um custo de pouco mais de 2 reais) por 20,00, 25,00… também é a igreja. Quem paga até 100,00 na entrada de um show gospel? É a igreja. Quem fomenta esta pouca vergonha? É a Igreja.
    Temos andado pelo Brasil e notamos que não é comum os púlpitos combaterem este desmando (muito embora existam boas exceções), pelo contrário, em nome de uma “casa cheia” muitos dos “nossos” líderes têm promovido o enriquecimento de uma gente que não tem compromisso com o Evangelho, mas que usam o nome de Cristo para aumentarem seus saldos bancários. Paradoxalmente, numa nação onde muita gente morre de fome a “igreja” paga cachês aviltantes para que “os adoradores” façam caras e bocas para uma platéia plena em tietagem e que canta aquilo que não vive.
    Perdoe a franqueza, mas entendo que a igreja brasileira está colhendo, apenas, aquilo que tem plantado.
    Agradeço a sua voz profética.
    Um grande abraço,

  40. Vane R.
    12 de setembro de 2012 às 0:17

    Deem a César o que é de César…todo “artista” tem o direito de receber o seu quinhão, e no mais os verdadeiros ministros de louvor terão mais oportunidade de exercerem cada um a sua criativa inspiração divina, para louvar a Deus e não agradar ao “respeitável público”.
    Particularmente não aguento mais popstars gospel sendo reverenciados como ídolos e copiados incansavelmente por muitos ministérios que não cansam de reproduzir seus ídolos e copiando até seus trejeitos e jargões, que paguem por tornar os cultos em festinhas gospel.
    Voltemos aos corinhos.

  41. Sinval Jr.
    12 de setembro de 2012 às 2:08

    Pior que eu tava achando que era treta, mas esses caras estão no mundo todo mesmo!
    Olha o site deles nos EUA:
    http://www.ccli.com/Default.aspx?TerritoryId=1&SetCookie=false
    Lamentável!!

  42. Janiuires Dos Santos
    12 de setembro de 2012 às 4:56

    …Claro que isso mais cedo, ou mais tarde, viria à acontecer porque quando os mercenàrios e mercadores da fé alheia, descobrirão que havia esse filão, foi porque se espelharão no sistema de onde nunca sairão. aliàs, unidos com esses servos de “mamom”, ouve-se ao longe o coro do obreiros deste mesmo deus, sim, aqueles que cobrão verdadeiras fortunas para pregar, ou fazer uma participação em um determinado evento.e ainda teem a leviandade de torcerem trechos Biblicos fora do contexto, para justificar seus valores,… mas, convenhamos que essa gente, jà està recebendo aqui mesmo suas reconpensas, não podemos é nos tornar refem desses que no seu mundinho ficticio, pensão que são levitas e/ou obreiros na seàra do Mestre. Deus sempre pode levantar Homens, Mulheres, Jovens, Crianças, e pessoas na terceira idade, para o Santo Oficio, estou de acordo que façamos uma especie de boicote aos “pop gospel”, esse ultimo termo tem sido tão vulgarizado que faço minha as palavra do amado Renato Vargens; este termo, mesmo sabendo o verdadeiro significado, me causa nauseas…Maranàta, vem logo Senhor Jesus, isso tudo està cheirando muito mal!

  43. Henrique Ferreira
    12 de setembro de 2012 às 5:22

    Que saudade do tempo em que os cantores oravam para que o pastor lhes desse uma oportunidade de louvar seus hinos, muitas vezes inspirados em lutas e provas pessoais ( os mais belos hinos e poesias, foram escritos em tribulação… hino 126 da Harpa Cristã), visando obter um único lucro: Vidas para Jesus. E essas não há dinheiro que pague.

  44. Daniel Freitas
    12 de setembro de 2012 às 7:25

    Prezado Bispo McAlister,

    Graça e Paz!

    Como representante da CCLI, gostaria de esclarecer alguns aspectos importantes sobre nossa atuação. A CCLI não fiscaliza e não impõe qualquer obrigação a igrejas, autores ou ministérios, nem pretende cobrar pelas músicas que são cantadas ou tocadas (a chamada execução pública) durante os cultos.

    No Brasil, esta última atribuição é exclusiva do ECAD (www.ecad.org.br), que fiscaliza, arrecada e distribui direitos de execução pública de músicas, mas com quem não mantemos qualquer vínculo jurídico ou institucional. Atualmente, o ECAD tem adotado a política de não fiscalizar as atividades das igrejas que são realizadas dentro do templo, mas, infelizmente, atividades em outros locais continuam sendo passíveis de autuação. A CCLI, contudo, não possui qualquer controle sobre o ECAD, mas abrange outros direitos que não fazem parte de sua atuação.

    Destaco que a participação na CCLI, tanto de igrejas como de autores, é e sempre será facultativa. Por isso, com o devido respeito, a informação apresentada neste post é equivocada nestes aspectos e não representa o verdadeiro propósito de nosso ministério.

    Toda nossa comunicação oficial e todos os nossos materiais institucionais apresentam nossos programas como uma solução para que a Igreja possa, de forma prática e acessível, utilizar músicas de forma correta em materiais impressos, arranjos, sistemas de projeção e em gravações ao vivo do louvor. Também auxiliamos igrejas e ministérios no processo de autorização de traduções e versões de músicas estrangeiras. Os valores que recebemos anualmente das igrejas são convertidos em créditos para os autores de acordo com a utilização de cada música em cada igreja participante. Estas são as coberturas que fazem parte da nossa Licença de Direitos Autorais (http://www.ccli.com.br/site/?page_id=733).

    Ao contrário de outros órgãos e entidades, a CCLI nasceu dentro do ministério de música de uma igreja para servir à Igreja. Há mais de 20 anos, estamos orientando e protegendo milhares de igrejas ao redor do mundo que já tomaram a decisão de respeitar e honrar o trabalho de autores que vivem (ou não) do ministério da música, sem ter que se preocupar com questões legais e burocráticas (contratos, legislação, administração de catálogos, etc) que acabariam restringindo sua liberdade de utilizar as músicas que julgar mais adequadas.

    Ao adquirir um exemplar do Cantor Cristão, da Harpa Cristã, de outros hinários ou mesmo de qualquer outro livro, muitos não percebem os direitos autorais que estão incluídos em cada obra. No caso dos hinários citados, respectivamente, JUERP (Junta de Educação Religiosa e Publicações da Convenção Batista Brasileira) e CPAD (Casa Publicadora das Assembléias de Deus) realizaram o árduo trabalho de organizar e reunir as autorizações de autores, compositores, tradutores e arranjadores das músicas que integram cada um destes hinários (além das autorizações de sucessores e herdeiros daqueles já falecidos, nos casos das obras que ainda não entraram em domínio público).

    Nosso trabalho é exatamente o mesmo. No lugar de cada igreja que participa da CCLI, cuidamos da parte legal e burocrática como qualquer outra editora, e também oferecermos cobertura legal para que as músicas possam ser utilizadas em outros formatos. E ao invés do papel, com nosso portal na Internet (www.songselect.com.br) disponibilizamos também materiais originais e autorizados de milhares de músicas tradicionais e contemporâneas.

    A CCLI está presente em diversos países para que a Igreja tenha liberdade e facilidade de escolha entre milhares de músicas cristãs, independentemente de sua cultura, de seu idioma, de sua linha doutrinária ou de suas preferências musicais. Do Brasil à Coréia, da Alemanha ao Zimbábue, a seleção das músicas ficará sempre a critério dos pastores e músicos que diariamente utilizam nossos recursos.

    Muitas vezes, direito autoral se torna sinônimo de ameaça por falta de conhecimento ou por questões de costume, quando, na verdade, deveria ser simplesmente um sinônimo de respeito. Por isso, seja como fonte de informação ou seja através de nossos programas, estaremos sempre à disposição para ajudar e proteger igrejas e autores nesta área.

    Atenciosamente,

    Daniel Freitas
    CCLI Brasil

  45. Impressionantemente fico a ver a ingenuidade das igrejas e, assim como o Bispo, eu também me sinto enojado com tanta podridão em nosso meio.

    Creio estarmos vivendo o tempo em que a referência das igrejas atuais (num contexto generalizado) é a igreja de LAODICÉIA:

    Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
    Apocalipse 3:16
    Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
    Apocalipse 3:17
    Aconselho-te que DE MIM COMPRES ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
    Apocalipse 3:18

    Se há algo que devemos pagar é ao Senhor da igreja.
    Sejamos aqueles a quem o Senhor se referil : “ao que vencer” e “quem tem ouvidos, ouça”

    Muito obrigado Bispo, estás a fazer o papel de um verdadeiro Apóstolo.

  46. Lincoln Andrade
    12 de setembro de 2012 às 8:49

    Bispo Walter, de acordo com informações contidas no site da CCLI Brasil (http://www.musicadojeitocerto.com/site/) as quais li com certa pressa, a entidade seria uma espécie de protetora das igrejas contra sanções cabíveis aos que “atuam na pirataria”. Bom parece brincadeira mas não é, e entendo que o que nos cabe é, realmente, investigar até que ponto essa organização não se tornou o verdadeiro pirata da história, beneficiando os autores com pequenas taxas para que não tenhamos que pagar quantias exorbitantes em multas a eles mesmos! Quanta bondade…
    Bom, fica aqui uma sugestão: que tal se a bancada evangélica em Brasília saisse desse lodo em que se enfiou, rebaixando a Igreja de Cristo a uma odisséia em torno de toda a questão da homofobia e buscasse alterar a redação, via PL, da lei 9610/98 dos direitos autorais? Basta uma “letrinha a mais” no capítulo IV, art. 46, limitando a aplicação das penalidades as igrejas.
    Abraços e que Deus continue lhe dando sabedoria.

  47. Bispo Walter
    12 de setembro de 2012 às 9:09

    Então Daniel, vamos ver pontualmente a sua resposta a meu post.

    Primeiro, o meu post contesta o que vocês empresários chamam de “a maneira certa”. O que chamam de “honrar” os autores, é outra maneira de dizer que eles deveriam ser pagos proporcionalmente por cada pessoa que entoa as suas músicas num culto devocional. O fato da ECAD não fazer isto, mostra que até na ganância do Estado, esta questão não é vista assim. Mas, onde o governo alivia, vocês vem “servir” para “ajudar a Igreja”.

    O fato de ser facultativo não consta na comunicação que recebemos nas nossas igrejas.
    Vocês não estão nos trazendo uma solução, no que diz respeito ao culto público. Agora, os seus serviços ligados a empreendimentos de fins lucrativos, são compreensíveis. Isto sim, é um serviço.

    O fato da CCLI ter nascido “dentro de um ministério” é uma afirmação típica que tentar sacralizar uma atividade claramente mercantilista. Pelo que vemos claramente na Igreja atual, há inúmeras aberrações saindo de “ministérios”. O fato não legitima sua atividade. Sua atividade depõe contra o “ministério” que deu origem a ela.

    Quando adquiro uma Harpa Cristã, pago o mesmo preço por ela, tenha eu o hábito de usá-lo diariamente ou uma vez por mês. O produto é um objeto de comércio. Se quisessem vender transparências a um preço justo, ou um data-show por um preço, independente do número de membros que tenho, isto também seria compreensível.

    O fato da CCLI estar presente em diversos países não me surpreende. A minha ex-pátria é perita em espalhar a sua tecnologia e know-how pelo mundo, a um preço que lhes é favorável. Mas o argumento é uma falácia, conhecida como “ad populum”. (Afinal, 600.000.000 de muçulmanos não podem estar errados, podem?) Então segue a falácia: o que é bom para Coréa, os EUA e Alemanha é bom para o Brasil. Minha interpretação é que esta praga não começou aqui. Ponto final.

    Meu post não ignora a justiça de direitos autorais. Eu os reafirmei. Continuem na sua “ajuda” a indústria da música de “louvor”. Deixem as igrejas em paz. Esta história não acabou.

  48. Luíza Diener
    12 de setembro de 2012 às 9:48

    que nojo dessa história!

  49. Deborah Moura
    12 de setembro de 2012 às 9:52

    Quando leio essas notícias, fico me pergunta de onde essas pessoas tiram essas ideias. Que livro essas pessoas lêem, que doutrina aprendem. Não é só na música que isso acontece, já tive noticias de pessoas que cobram por textos de peças evangelisticas. Quando trabalhei com teatro na igreja e escrevi alguns textos, perguntarem-me se eu não ia registra-los. Pra que? A inspiração foi dada por Deus, nada me pertence, quem quiser reproduzir pode conta com meu apoio. Daqui a pouco vão querer cobrar o uso da bíblia, quem sabe surgir um descendente de algum dos escritores cobrando direitos autorais, inclusive retroativos. Mas sabemos que isso tudo é para que se cumpra a Palavra do Pai.

  50. Daisy Dias Ribeiro Sifuentes
    12 de setembro de 2012 às 10:19

    Walter, querido, muito bom o seu texto. Obrigada.
    Acrescento a ele as poucas composições que usam os textos bíblicos como letra adaptada – creio que algumas delas podem estar nas tais que querem receber os direitos autorias… E aí, estarão cobrando direitos autorais sobre as Escrituras?
    Quero lhe sugerir (e aos demais leitores do seu blogue) que proveite para visitar o site da IPP. Lá a nossa igreja disponibiliza todas as composições dos seus membros já arranjadas, com as letras, as músicas, as cifras. Todos têm acesso livre para baixar as músicas que quiserem. O que o Rubem (Amorese), que coordena o projeto pede, apenas, é para que sejam citados os autores. O resto é livre. Eles receberam de graça e compartilham de graça, para a Glória de Deus e edificação do Seu Povo !
    A Deus toda a Glória !

  51. samuel luiz
    12 de setembro de 2012 às 10:22

    Pode publicar meu querido, estamos aguardando esta lista, fazer uma campanha contra estes “amados” cantores

  52. Victor Candido
    12 de setembro de 2012 às 10:35

    A música Gospel se perdeu, e o que me deixa mais triste é apoio de cantores que eu pensava que eram pela igreja mas pelo o que eu vejo eles são pelo dinheiro. . .

  53. André Luiz da Rocha Cândido
    12 de setembro de 2012 às 10:41

    Bom dia, Bispo. Tive que voltar a comentar este post. Em seu livro O FIM DE UMA ERA, Vossa Eminência analisa a relação (promíscua) entre a Igreja e o Estado, e alerta para o fato de que um dia o Estado (César) irá cobrar o que lhe é devido. Isto vai acontecer sim, e em breve. Ninguém se iluda com o ato presidencial de incluir música gospel na órbita da Lei Rouanet. O governo dá com uma das mãos e retira com ambas. Tendo em vista a voracidade do Estado brasileiro, esta cobrança terá como objeto um valor muito mais alto e injusto do que se possa imaginar.
    Agora, interessante a resposta da CCLI, porque confirma o velho ditado “filho feio não tem pai”. Joguem a culpa no ECAD, na Receita Federal, na Prefeitura, e em mais onde for.
    Lamento a sorte de grande parte do “rebanho” que vai ter que morrer em mais grana numa oferta alçada para se pagar direitos autorais para ministério avarentos.
    Em tempo: sonho com o dia em que voltarei a levar meu Cantor Cristão para o templo.

  54. Daniel Araujo
    12 de setembro de 2012 às 10:51

    Preciso falar!
    Estou engasgado com este assunto desde ontem quando tomei conhecimento. Tenho algumas perguntas a fazer aqui.
    1ª – quem são os pastores destes homens e mulheres que se dizem cantores “gospel”?
    2ª – porque a palavra genuína de Deus não está sendo ensinada nestes púlpitos?
    3ª – algum dos que fazem parte da imensa lista de “beneficiados”, sabe ou se quer se importa com a visão de Deus sobre o assunto?
    4ª – no momento da separação do joio e do trigo vão dizer o que?

    Eu não sei o que vão dizer ao Senhor sobre suas obras, mas a palavra do Senhor me diz o que vão ouvir dele.

    Acredito contudo que algumas coisas aconteçam para que o Senhor desperte em nós aquilo que nos traz a memória para qual propósito fomos criados.

    Muito obrigado aos responsáveis direta e indiretamente pelo que estão fazendo a igreja do Senhor.
    Depois de 7 anos, voltei a compor.

    Muito obrigado!!!

    Obs: Não vou vender , nem alugar , desejo apenas que minha igreja possa ser edificada com a palavra de Deus, que será cantada.

  55. Wolô
    12 de setembro de 2012 às 10:51

    Oi Walter,
    Paz em Jesus!
    Gostaria muito de ajudá-lo nesta causa.
    O perfeito louvor, cujo valor é infinito, jamais poderá ser taxado.
    Conte comigo,
    Em Jesus, Wolô

  56. Ana Taborda
    12 de setembro de 2012 às 10:52

    Trabalho com marketing e neste meio existe o que os profissionais da área denominam “o mais baixo, sujo e da pior espécie”, no qual uma entidade cria um produto, cria uma estratégia de ataque ( onde o consumidor vai se sentir culpado, ou fora das leis, ou correndo algum risco, ou sendo conivente com o errado) e a empresa como num “passe de mágica” ou como diríamos no nosso meio Cristão ” bons samaritanos” chegam com a solução. Este tipo de marketing mundano até dá resultado um certo tempo, mas em pouco tempo as “empresas milagreiras” são questionadas e o povo cai em sí que só foi pressionado por algo que não era necessário ou não era “bem do jeito que eles explicaram”, estas empresas são expostas e desacreditadas. Espero sinceramente que não seja o caso do tema aqui citado pois falei de uma estratégia que acontece no meio secular, pois se acontecer no meio Cristão, sem comentários! Já que isso, ao ver de algumas entidades é tão importante e como não queremos fazer o que é errado, solicitaremos com fervor a lista de “estrelas gospel” que participam e podem ter certeza, aqui na nossa cidade eles não virão mais ” dar show”, nem usaremos mais suas canções em nossas congregações para louvar a DEUS, pois corremos o risco que o louvor não passe nem do teto já que cremos na Palavra que de graça recebemos e de graça damos. Pode ter certeza que a lista será muito bem divulgada entre o povo de Deus e com toda certeza nos esforçaremos para não fazer mais nenhum uso, diria até que de minha parte nem perderei mais meu dinheiro adquirindo seus cds, dvds, etc. De graça recebemos e de graça damos. PS: Partindo deste mesmo precedente, as igrejas também podem cobrar dos “artistas” por todo marketing que fazem a favor deles, direta ou indiretamente, pois afinal não existe “estrela” sem público, e se eles estão onde estão é porque os pastores e as igrejas tem cantado suas músicas nos louvores fazendo assim um marketing não remunerado a favor destes profissionais.

  57. Valéria
    12 de setembro de 2012 às 11:32

    Faço minhas, as palavras do Marcos André Fernandes, acima. A verdade dói, mas tem que ser dita.

  58. Maria Candida Torres
    12 de setembro de 2012 às 11:40

    Bispo, Louvo a Deus, por sua vida. Em não aceitar esse tipo de suborno( tenho para mim que isso é algo que corrompe o Evangelho genuíno). Pois se o verdadeiro adorador, adora a Deus em espírito e em verdade, logo, o verdadeiro louvor não vêm dele e sim de Deus, e se vêm de Deus os direitos autorais pertence a “Ele “. Rm 11:33-36.

  59. Rodrigo
    12 de setembro de 2012 às 12:10

    “O dinheiro é a raiz de todos os males.”
    Por causa da ganância do homem o dinheiro tem se tornado um deus em nosso meio.

    Penso que se eu componho uma música, digo q fui inspirado pelo Espírito Santo, e digo q estou fazendo isso por amor a Cristo, não vejo sentido nenhum cobrar para q outras pessoas possam ouvir essa música, não só a música, a pregação tbm. Cobrar para pregar/cantar não é bíblico! Não tenho dúvidas disso.

    Aproveitando o momento, deixo uma canção que fizemos com o título de Mercadores da Fé.
    http://www.pulpitocristao.com/2011/08/mercadores-da-fe/

    No amor de Jesus.
    R

  60. Anália
    12 de setembro de 2012 às 12:21

    Bispo,obrigado por dar voz à nossa indignação!
    Penso que ,usando uma frase popular,”eles deram um tiro no próprio pé” com esta história!
    A longo prazo, os “cantores gospel”serão os maiores prejudicados,pois se as igrejas tiverem juízo e retornarem à adoração verdadeira,a cada dia as pessoas vão abandonar esta adoração histérica e sem profundidade que vemos por aí.
    Gostaria muito de ver esta lista também,apesar de que provavelmente não me surpreenderei nadinha com os nomes.
    Graça e Paz!

  61. Douglas
    12 de setembro de 2012 às 12:33

    Prezado bispo Mcalister, faço minha as suas palavras, isso é inojante, asqueroso, todavia, esse movimento vem tomando parte da vida de “pastores” que estão em posição privilegiada em relação a esses “artistas gospeis”, e ocasionam o mal a igreja tão quanto ou mais que eles. Que voltemos ao EVANGELHO já. Bispo, que Deus te abençoe e continue seguindo os propósitos Divinos.

  62. Gregory Carlos Gonçalves
    12 de setembro de 2012 às 12:43

    Peraê! Os direitos autorais tem por objetivo garantir ao autor uma participação financeira e uma moral em troca da utilização da obra que criou, ante ao exposto, não seria devido então o pagamento ao Autor da obra, ou seja, o Espírito Santo. Isso se é, que foi realmente o Espírito Santo que inspirou à certas canções…

  63. Thales Ribeiro
    12 de setembro de 2012 às 13:03

    Em I Tessalonicenses 5.21 diz o seguinte: ” mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom.” Se nós analisarmos um pouquinho essa grande vergonha do meio gospel, Deus está fazendo com que a Igreja volte a sua essência, a admirar as canções da Harpa Cristã e assim ter um grande avivamento na igreja, não só brasileira, mas a nível mundial.

  64. Nyander
    12 de setembro de 2012 às 13:26

    Bispo, tenho em minhas mãos mais uma correspondência da CCLI. Parece que o intento em questão já está dando resultados – o papel é de melhor qualidade, comparando com aquela que nos foi enviada anteriormente.

    Indo ao ponto. O emprego da frase “Regularize Sua Igreja” (com a menção de determinada lei federal) é por si só uma afronta. Irregular é a honestidade fingida. Qual será o próximo passo? Será que enviarão fiscais às igrejas, criarão uma espécie de disque-denúncia…?

    Penso que, alguns dos cantores e grupos tenham sido envolvidos, e mesmo percebendo o prejuízo que terão, ainda não sabem como se livrar disso. Outros, por sua vez, devem estar achando que o caminho natural é esse mesmo, e que o povo tem é mesmo que pagar pelo que fazem. Bem que fomos alertados: “O amor do dinheiro é a raiz de todos os males” e “Irmãos, sede meus imitadores, e atentai para aqueles que andam conforme o exemplo que tendes em nós; porque muitos há, dos quais repetidas vezes vos disse, e agora vos digo até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo; cujo fim é a perdição; cujo deus é o ventre; e cuja glória assenta no que é vergonhoso; os quais só cuidam das coisas terrenas. Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo,”.

    Abraços.

  65. Matheus
    12 de setembro de 2012 às 13:39

    Tenho Uma noticia má, quem sera taxado como errado vai ser nós q falamos a verdade, infelizmente.!

  66. Eduardo Borges
    12 de setembro de 2012 às 13:42

    Nada mais do que justo pagar, afinal as musicas não são para a gloria de Deus, mas para a gloria dos cantores… “à Cesar o que é de Cesar”

  67. Lincoln Andrade
    12 de setembro de 2012 às 13:42

    Aos que desejam conhecer a lista de artistas filiados ao CCLI: https://br.songselect.com/

  68. Samuel Elieser Silveira
    12 de setembro de 2012 às 13:56

    Não seria o caso deles pagarem também, visto que na maioria “deles”, usam as Escrituras como base (cópia) de suas inspirações.

  69. Vlamir Dias
    12 de setembro de 2012 às 15:04

    Graça e Paz!
    Contem comigo para denunciar e derrubar esta prática odiosa. Por outro lado, há um lado bom isso, passamos aver quem são os chamados “adoradores” que muitas vezes são até mesmo convidados para estar em nossos púlpitos. É por isso mesmo que eu não convido ninguém, altar é lugar de sacrifício, mesma que seja de adoração e não de profissionais.
    Minha solidariedade as palavras do bispo Maclister.

  70. Carlos
    12 de setembro de 2012 às 15:15

    São nomes como Fernandinho, Diante do Trono, Asaph Borba, David Quinlan, Nívea Soares, Baruk e Banda Salluz, Livres (Juliano Son), Leonardo Gonçalves, Adhemar de Campos, etc.. Estão todos no portal de Song Select que foi criado pela CCLI.

  71. Samuelson Lima
    12 de setembro de 2012 às 15:15

    Prezado Bispo, li seu post “Gospel de Rapina” sobre um imposto para as igrejas que executarem músicas de “certos cantores”, mas não há nada informando quem notificou, qual a lei que fundamenta isso, quem são os cantores? aguardo um esclarecimento

  72. Lívia
    12 de setembro de 2012 às 15:54

    A primeira vez que entrei no site, na parte de perguntas frequentes, mencionavam os nomes de alguns dos artistas brasileiros, na qual eu copie a resposta no posto acima, mas tudo indica que o site foi editado, retirando a parte, pois não a encontrei. Ficou parecendo que eu estava inventado a informação.
    Alguns já acharam em outro site (https://br.songselect.com/) e em um link (ow.ly/dF8bf) no twitter para abaixar a lista com nome de vários artistas.

  73. Teresa Mesquita
    12 de setembro de 2012 às 16:24

    Tomara que chegue logo ao conhecimento de muitas igrejas…E então voltemos aos louvores que estão esquecidos. De fato há males que vem para o bem!!

  74. André Luiz da Rocha Cândido
    12 de setembro de 2012 às 16:35

    Estou rindo até agora do comentário do Gregory. Eles confessam que foi o Espírito Santo quem inspirou as canções, não é? Seja Dele ou não a autoria, é a Ele que se devem ser pagos os direitos autorais. A confissão é a rainha de todas as provas.

  75. Anderson Correa Fraga
    12 de setembro de 2012 às 16:39

    Mais um passo para o abismo !!! Querem nos forçar a viver o “Evangelho Segundo Mamom”. Não devemos tolerar nada que tenha um teor mercantilista como este. Devemos denunciar e dar nomes aos BOIS.
    “O que numa é tolerado numa geração – é aderido pela próxima”.

  76. carolbrr
    12 de setembro de 2012 às 17:13

    Verdade Pr. Renato, isso tudo é nojento e triste ao mesmo tempo.

  77. W.Ziel Massarioli
    12 de setembro de 2012 às 17:43

    E o que dirão do ” – Deus me deu essa musica” sempre dito por esses “artistas” na hora de apresentar as novas composições? Se Deus deu a autoria é Dele não do camarada…rsrsr

  78. Michelle Brasil
    12 de setembro de 2012 às 17:46

    Triste verdade. Muitas pessoas cantam sem nem imaginar o real significado das letras. Trabalho numa empresa que toca o dia inteiro “louvores”. Desses, cerca de 40% (pois é), não passam no crivo da Palavra de Deus.

    Agora, a Alessandra postou algo interessante: MPG! Kkk ri bastante. Gostei tanto, que estou pensando em utilizar também o termo. Será que ela me cobraria os direitos da propriedade? Kkkk

  79. Rev. Joel Theodoro
    12 de setembro de 2012 às 18:14

    Bp. Walter e demais irmãos,

    Engraçado: no último dia 08, sábado passado, comemoramos na Igreja Presbiteriana do Brasil o dia dos seminários e seminaristas. De maneira muito leve, resolvi mandar um e-mail para vários seminaristas, alguns que tutoreio, outros aos quais leciono, com um caráter puramente pastoral. Nele, inscrevi uma pequena lista com 12 cuidados e orientações pessoais a eles. Ainda não sabia dessa novidade circundante aos nossos arraiais, mas lembro-me que a última orientação era a seguinte: “Finalmente, jamais se permitam mercadejar a fé. Muitos irão caçoar de quem cuida assim, mas nossa maior paga vem do Senhor, do Alto. Sejam sustentados e tenham recursos, mas jamais façam disso o alvo ministerial. E Deus lhes será fiel!” Acho que a mesma orientação se aplica a todos os que resolvem por a mão no arado.

    Lembro-me, também, da avidez com que Judas defendeu os pobres que deixaram de ganhar cuidados essenciais com o dinheiro arrecadado com a hipotética venda do perfume derramado em Jesus. No fundo, não teria ele visto a se perder mais uma boa chance de afanar uma fatia maior da tesouraria do ministério do Senhor?

    Que Deus guarde nosso coração e esconda nele a nossa vida!

  80. Pr. Roberto
    12 de setembro de 2012 às 19:14

    AGORA COM A PALAVRAS TODOS OS MUSICOS ” LEVITAS”. E SÓ UMA PERGUNTA: SE A INSPIRAÇÃO VEM DE DEUS, NÃO É E SERIA ELE O AUTOR DE TAIS MÚSICAS?

  81. Pb. Erikson
    12 de setembro de 2012 às 19:57

    Excelente texto e importante alerta, já cansei de alertar os jovens de nossa igreja que tem muita música de qualidade e que não precisamos louvar somente com as músicas da “MODA GOSPEL”. Vou reproduzir seu texto em meu blog, espero que a comunidade cristã de minha região acorde. Será muito importante termos a lista deste artistas mercenários, assim que puder divulgue.

  82. www.antunesebd.com
    12 de setembro de 2012 às 19:58

    Ao ler este artigo fiquei indignado, fui buscar mais informações sobre o assunto e fiquei mais indignado anida. Gente igreja não é estabelecimento comercial para cobrar direitos autorais, isso e uma imitação do ECAD (Hotéis, motéis, restaurantes, lanchonetes, bares, boates, butiques. Não importa qual o segmento do estabelecimento comercial: se tocar músicas para entreter os clientes, deve pagar direitos autorais ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), Esses miseráveis dizem que seu louvor é para Deus, alguns dizem que até receberam de Deus a canção, hipócritas. Estou analisando a lista e já vi Aline Barros, André Valadão, Ana Paula Valadão Bessa e Cassiane Valadão, alista é grande. Resumindo tudo isso: se você tocar as músicas desses mercenários na igreja você esta infringindo a Lei, eles querem seu dinheiro. Esse é o circo gospel.

  83. Ronisvaldo Cabral dos Santos.
    12 de setembro de 2012 às 20:14

    Jesus estar voltando para levar sua igreja”santa e remida”.O joio vai sair do meio do trigo.Rony.

  84. Gilson dos Santos de Oliveira
    12 de setembro de 2012 às 21:25

    Acredito que esse fato sera benefico para que Louvores Verdadeiros(Cancoes feitas com o intuito de engrandecer a CRISTO e nao o contrario,sejam utilizados com maior e por que nao total frequencia.Pois nos atentando sincera e verdadeiramente a PALAVRA e nos valendo tambem desses LOUVORES,aproveitaremos melhor nosso relacionamento com CRISTO que merece muito mais do que sinceramente podemos dar de nossas vidas.

  85. Marcos Torres
    12 de setembro de 2012 às 21:48

    Boa noite, bispo.

    Em primeiro lugar, obrigado por me ensinar mais uma (ad populum – só conhecia a do ad hominem).

    Prosseguindo com o tema da rapinagem, já viu a missão da CCLI? (Incentivar o espírito de adoração através da música à igrejas, organizações e cristãos individualmente, para que possam aprimorar sua expressão de adoração, de forma espontânea, conveniente, acessível e legal.)

    Que espírito de adoração é esse, do qual nunca ouvi falar?

  86. Cleber um servo
    12 de setembro de 2012 às 22:07

    Como há alguns dias afirmei, o Coliseu está sendo restaurado, assim os leões já começaram a afiar suas garras.
    Triste, mas esperável.

  87. leila
    12 de setembro de 2012 às 22:10

    Amados, o fim dos tempos está próximo, talvez, isso seja até pequeno, frente ao que está por vir. Tais pessoas foram corrompidas pelo sistema capitalista, então, que se deleitem nos bens dessa terra. Na verdade, não precisamos dessas músicas para adorar à Deus.

  88. Alfrêdo
    12 de setembro de 2012 às 22:55

    Excelente reflexão.

  89. WALKIRIA (IGREJA CRISTÃ DE NOVA VIDA SEROPÉDICA)
    12 de setembro de 2012 às 23:19

    Bispo é muito triste , mas um nossa igreja estamos lendo os livro 40 dias de jejum e oração e estamos jejuando para o nosso município. cidade , estado e país , com certeza Deus esta trazendo a tona tudo que estava oculto . Mas continuaremos a orar para que estes cantores , muitos consagrado na mídia venha ser impactado com o amor de Deus e esquecer o talento , e derramar o seu coração no trono de Deus para sair desta armadilha que satanás esta colocando na vida deles , pois Deus não que só o talento , Deus quer o coração deles.
    Oremos juntos por eles .
    Que o Senhor abençoe a todos rica e abundantemente

  90. João Marcelo Aleixo Barreto da Silva
    13 de setembro de 2012 às 0:28

    Estou na igreja de Nova Vida há aproximadamente três meses. Aceitei a Jesus e entendi que devemos sempre estar alegres e confiar no Senhor, em qualquer situação. Tenho lido a biblia e orado. Ocorre que há uma carência músicos na igreja que vou. Foi aberto um curso para teclado, violão e bateria. Estou aprendendo teclado e me aperfeiçoando no violão, já que tocava quando criança e adolescente. Acho as musicas das cantoras gospel muito bonitas, inclusive tenho treinado músicas de Aline Barros e Bruna Carla. Vejam meus amados, não conheço muito a biblia. Comprei uma de estudo e estou a cada dia me interessando mais. Quando li sobre essa questão, pensei, pensei, conversei com o Senhor e lembrei que há na bíblia o seguinte: Lideres religiosos perguntam a Jesus sobre o pagamento de impostos. Jesus disse para dar a César o que é de César. A questão tratada era acerca de impostos criados pelo homem. No caso das musicas, o que os artistas querem é receber dinheiro pelos direitos de autor. Acredito que a questão parece ser a mesma. De qualquer forma, se o ministro de louvor escolher uma musica que tenha que ser paga, vamos pagar com alegria, eu dou a minha parte e vou dar com alegria, até porque é para louvar ao Senhor, que privilegio, não é? Agora, a ideia dos hinos do cantor cristão é também muito boa. Acho que a minha mãe voltaria para a igreja, pois ela diz que a igreja de hoje não é mais como da época dela, que cantavam os belos hinos do cantor cristão. De qualquer forma, vou orar a Deus, em nome de Jesus, para que os amados compositores dos louvores resolvam essa celeuma a luz do evangelho de Cristo. Um forte abraço a todos. P.S.: O pastor da igreja orientou que devemos por toda a nossa confiança em Cristo e não em pessoas, porque senão certamente iremos nos decepcionar.

  91. monica moraes
    13 de setembro de 2012 às 1:03

    Amados irmãos, nem tudo o que parece é de verdade. Primeiramente, a Lei n. 9.610/98 registra em seu art. 29 a faculdade de somente os próprios autores poderem utilizar suas obras, podendo autorizar o seu uso. É a ECAD a entidade que arrecada os direitos autorais pela execução pública das obras e não essa CCLI que tem legitimidade para fazer isto.
    Em segundo lugar, no mundo jurídico, até o presente momento, é considerado absurdo fixar valores por músicas entoadas por grupos de pessoas em culto público. Como falou o amado Bispo Walter, nem o nosso César (O Governo brasileiro) chegou a tanto. Ademais, não consegui achar qualquer referência, julgado, doutrina jurídica, jurisprudência ou rastro de interpretação jurídica que embasasse esse desmando.
    Em terceiro lugar, se ficar entendido pacificamente e/ou expresso em Lei que assim será, então o teor do art. 29 da atual Lei de Direitos Autorais terá que ser colocado em prática, ou seja, os bois terão que ser nomeados e as suas músicas também. Nesse dia, os cantores lobos que se disfarçam em pele de cordeiro terão que mostrar a sua cara e assumir diante de toda a sociedade cristã que o que querem mesmo é cobrar dos humildes de coração um pedágio enquanto louvam a Deus através de suas letras e melodias. Neste dia, então, ficará claro quem é quem e, ainda, que muitas músicas entoadas angelicalmente como louvores a Deus não passam originalmente de mais um produto exposto na prateleira deste mundo, do velho mundo maligno que desde sempre vem querendo se assentar no Santo Lugar.
    Por enquanto, queridos, nos resta a infelicidade de vê-los inflacionando o seu produto, que arrogam ser “oferta santa e agradável “ , imbuídos no mesmo espírito da voz que anuncia: uma medida de trigo por um denário.
    Finalmente, em quarto lugar, toda esta imundícia e malícia capitalista travestida de “ajudadores do Reino” veio para o bem, ou melhor esclarecendo, é convertida em bem (como se deu com a sucessão de tragédias na vida de José do Egito). Nesse tempo, Deus estará revelando o verdadeiro trigo, contemplando os verdadeiros adoradores, separando a verdadeira noiva para as Suas Bodas. Noiva que virá cantando “Castelo Forte” ou “Tu és fiel, Senhor… meu Pai celeste… pleno poder aos Seus Filhos dará… nunca mudaste…Que coisa boa!
    Então, CCLI, obrigada por tudo!

  92. tania botelho
    13 de setembro de 2012 às 1:43

    Lamental verdade, mas que deve ser dita. Otimo para pensarmos!

  93. Nelson
    13 de setembro de 2012 às 8:08

    Obviamente não concordo com tal prática, mas receio de que tais músicas talvez não deem lucro a igreja, mas que ajudam a enche-las não tenho dúvidae estas são sustentadas por seu público.Gostaria que fosse diferente.
    Não creio que seja necessário recorrer aos hinos de 100 anos atrás, temos muita música boa alternativa(melhores que as comerciais), mas ainda assim esta mudança ocasionaria algumas migrações.A máscara está caindo. Glórias a Deus.

  94. Rafael P. Abreu Rosa
    13 de setembro de 2012 às 8:23

    Um aluno de história certa vez me disse que os evangélicos tratam a música como os católicos tratam a escultura.

    Mistificamos a música. Achamos que ela é fundamental aos cultos, espiritualizamos a música, convencionamos como “ministério” (sem base bíblica), e agora querem regulamentar para que possamos “financiar” aqueles que vivem da música.

    Ser músico no Brasil é complicado, mas, até mesmos os cantores “gospel” são benefiados pela Lei de incentivo à cultura. Alguns recebem do governo apoio de diversas formas. Não julgo necessário mais uma taxação vindo da igreja para tal finalidade. A proposta da CCLI parece uma forma de financiar esses cantores. Hoje vive-se uma crise financeira das gravadores. Não se vende Cds ou DVDs como antigamente, e isso não deve mudar. Lenine, comenta numa entrevista ao programa Roda Viva que o músico hoje em dia ganha dinheiro fazendo shows porque a venda de Cds está em queda.

    Acho que a igreja não deve entrar nessa onda do mercado, mas icentivar os seus membros, grupo de louvor a produção de canções. Incentivar canticos antigos e novos mas de forma pensada e com propósito de promover o Reino de Deus.

    Concordo plenamente com Bp Walter. Devemos nos posicionar contra a taxação de direitos autorais, mas, além disso, os líderes precisam colocar “ministérios” no seu lugar. Os músicos devem servir à igreja e não o contrário.

  95. Elinaldo Renovato de Lima
    13 de setembro de 2012 às 8:36

    Bispo Mcalister, bom dia. Solidarizo-me com seu protesto contra a mercantilização e “emprezarização” do louvor cristão, hoje, inapropriadamente chamado “louvor gospel”. Há muito que também me posiciono de modo contrário a esse “mercado”, que tem aviltado a sacralização do louvor a Deus, através de hinos e músicas diversas. Mas os grandes culpados não são os comerciantes do louvor, os mercantilistas gospel. Os grandes culpados são pastores de igrejas, que se submetem a pagar vultosos “cachês” às celebridades e artistas desse comércio. Como o Sr. diz, igreja não é empresa com fins lucrativos. Embora algumas sejam mais que empresas, são entrepostos comerciais da fé, que agem como verdadeiros supermercados ou feiras-livres, vendendo milagres, em forma de amuletos e outros meios desonestos, quando confrontados com a palavra de Deus. Mas, voltando à questão da mercantilização do louvor: hinos cantados ou tocados, na adoração a Deus, no âmbito dos templos, das igrejas locais, não podem nem devem ser objeto de taxação ou de cobrança de “royalties”, ou de direitos autorais, pois não são executados com fins lucrativos. Dirijo uma igreja de bom porte, pela graça de Deus, mas não colaboro com esse mercado ilícito. Vejo como admissível, embora não concorde com a prática, a cobrança de participação nos lucros, por parte do cantor, artista ou celebridade gospel, quando, num evento dito “gospel”, há cobrança de ingressos, em bilheterias. Empresários, até descrentes, e até ímpios, promovem eventos com cantores evangélicos, com 10.000 ingressos, a R$ 20,00 vinte reais), por exemplo. Quanto é o faturamento? Sim, faturamento. 200.000,00 (duzentos mil reais), obtidos numa noite! Pagam os custos e ficam com 70% do bruto. Aí sim, há lucro empresarial. É lógico que o artista, o cantor, tenha direito a cobrar sua parte nesse comércio, que , a meu ver, não condiz com a adoração a Deus. É mercantilismo mesmo. Não é o caso de uma igreja que convida um cantor, que se diz “levita”, “adorador”, “servo de Deus”, e quer faturar em cima do louvor. Não satisfeitos com esse comércio indigno para quem diz ter recebido (DE GRAÇA!) o dom de cantar, agora, querem que as igrejas paguem taxas e contribuições pelos cânticos entoados nas igrejas, no lugar sagrado dos templos? Isso é um absurdo, uma vergonha para um povo que se diz cristão. Prezado Bispo, a quem respeito e admiro, (Uma filha minha já frequentou a igreja de Nova Vida em Botafogo, Rio), a Bíblia, como o Sr. sabe, diz que devemos oferecer a Deus “um sacrifício de louvor” (Salmo 50.14) , “aquele que oferece sacrifício de louvor me glorificará…” (Sl 50.23). Certamente, quem cobra cachê (vultos0), não está oferecendo nenhum “sacrifício”. Está se locupletando do com que recebeu de graça, da saúde que recebeu de graça, da inteligência, que recebeu de graça da parte de Deus. Concordo que se gratifique um cantor que se convide, que se divulgue seus CD´s, DVD´s. Mas “pagar” para ele cantar não condiz com o sentido do louvor a Deus. Pior: que usem órgãos de arrecadação de direitos autorais para expropriar igrejas, pela quantidade de pessoas que cantam os hinos?! Como o Sr. diz: é rapina mesmo. Que Deus o abençoe. Sem que não tem tempo de se deter e responder a todos os comentários. Mas quis dar minha contribuição à discussão sobre esse tema, que diz respeito à Igreja do Senhor Jesus Cristo.

  96. Iapuan Oliveira - ICNV CG-PB
    13 de setembro de 2012 às 8:38

    ABSURDOOOOO O MERCANTILISMO EM NOME DE DEUS!

    ESTAMOS REGREDINDO À ERA MEDIEVAL ONDE ESSE MERCADO “ECLESIÁSTICO” ERA TÃO PRATICADO.

    mas como Gregory diz e enfatizado por André Luiz, “… seria devido então o pagamento ao Autor da obra, ou seja, o Espírito Santo. Isso se é, que foi realmente o Espírito Santo que inspirou à certas canções…”

    Deus proteja essa nação, e de nós tenha misericórdia!

    Qual a consequência do amor ao dinheiro mesmo?
    ————————————————————
    “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição.
    Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.” (1Tm 6.9-10)

  97. monica moraes
    13 de setembro de 2012 às 8:47

    Por favor, assim que tiverem acesso à lista completa das estrelas gospel que compactuam com este absurdo, divulguem! As ovelhas do Senhor precisam saber onde moram os lobos.

  98. José Carlos Castro de Oliveira
    13 de setembro de 2012 às 8:49

    Verdadeiramente a relação desses profissionais , seria interessante ser divulgada, não para retaliação e sim para uma seleção do que é realmente louvor para adorar a DEUS.
    E servirá para os grupos de Louvor evitarem estas “ciladas” mercenárias.
    Deus Te Abençoe.

  99. Gilberto Rocha
    13 de setembro de 2012 às 9:15

    Uma hora ou outra isso ia acabar acontecendo no meio evangélico. Essa atitude do Bispo é importante para nascer uma nova visão e voltar à origem do louvor na igreja. A comunidade evangélica de uma forma geral está insatisfeita com esse “louvor gospel”, tão comercial e talvez isso seja um marco para essa mudança.

  100. Lídia
    13 de setembro de 2012 às 9:58

    Eu digo amém pela volta aos hinários.

  101. Lucas
    13 de setembro de 2012 às 9:58

    Caro bispo,

    ótimo texto, quem sabe esse e-vã-gelicos não acordam?

    baixei em pdf a lista dos musicos e para minha surpresa ludvig van beethoven estava na lista,

    graça e paz

    Lucas

  102. Pr. Waldez
    13 de setembro de 2012 às 10:49

    Vai ser bom para a Igreja. Será uma purificação do louvor congregacional. A Palavra de Deus se cumpre. “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.

  103. Everson Alves
    13 de setembro de 2012 às 11:31

    Cá entre nós, quem tem coragem de cantar “canela de fogo” numa igreja tem mais é que pagar muito caro mesmo!!! rsrsrs

  104. Cristina Barros
    13 de setembro de 2012 às 11:36

    Raça de víboras… Estão mais preocupados com o deus mamom.

  105. Pr. Waldez
    13 de setembro de 2012 às 11:44

    Essa notícia é para fechar o pacote das coisas que são literalmente cobradas nas/ou às igrejas. Já de longa data os cantores cobram para ir nas igrejas e afim de espiritualizar o comércio chamam isso de oferta, mas a igreja não pode decidir o quanto dar para de fato ser oferta, e se não pagar antes, nada feito. Há também os pastores que cobram para pregar a Palavra de Deus. Alguns valores são absurdos. Entre cantores e pregadores, já tomei conhecimento de “ofertas” que variam de 1.000 até 10.000. E tudo isso é feito com o pecado de usar as escrituras sagradas por pretexto. Há aqueles que vão dizer: “O trabalhador é digno do seu salário” e que salário!!!
    Uma vez liguei para um cantor que estipulou X para cantar em uma festa da igreja, quando perguntei se poderia pregar também, o valor passou para XX.
    Ou somos inocentes ou estupidos, pois volta e meia estamos compactuando de todo esse comércio. Pagamos 1000 para alguém cantar meia dúzias de músicas num culto de duas horas, que vai entreter o povo e depois tal momento será levado ao vento por não ter de fato edificado a igreja, entretanto, damos 100 para o missionário que sofre no campo e dá a sua vida para levar o evangelho aos lugares que não possuem a luz e as cores do espetáculo.
    Quanto a questão da discussão acima (CCLI), a minha sugestão é de fato, refazer o hinário da igreja do Senhor Jesus Cristo. Cantemos os salmos, cantemos os hinos antigos, cantemos as composições dos membros da igreja, há pessoas com tal dom na congregação. Cantemos o que vale apena ser cantado ao Senhor.

  106. Everton Filho .
    13 de setembro de 2012 às 12:09

    Concordo plenamente com você , acho um absurdo este tipo de mercantilismo com as músicas de louvor . Cabe aos cristãos conscientes , repudiar este tipo de coisa .

  107. Marco Antonio
    13 de setembro de 2012 às 12:25

    Caro Bispo, Graça e paz

    Isto é uma vergonha!

    sugiro que seja feito uma lista dos cantores que estão exigindo esse escândalo da fé, para que todos nós saibamos quem são esse mercantilistas e possamos boicotá-los como eles bem merecem, e seja divulgado, se possível, em todos as redes sociais e blogs para que todos os conheçam, e assim voltemos a verdadeira finalidade do louvor que é a comunhão com nosso Deus!!!!

  108. Prof. Jacob
    13 de setembro de 2012 às 13:29

    Bispo McAlister, poderia por gentileza DIVULGAR a íntegra da comunicação que sua igreja recebeu do CCLI? Porque já há nas Redes Sociais o seguinte esclarecimento dado pelo Diante do Trono:
    “ATENÇÃO: Esclarecemos que o Diante do Trono NÃO cobra pela execução e ministração de suas músicas nas igrejas. Infelizmente, andam propagando essa MENTIRA nas redes sociais.

    Caso as igrejas entendam que devem pagar os direitos autorais, o CCLI recebe esses valores e repassa ao ministério. Mas isso é algo estritamente voluntário. Quem não paga os direitos autorais pode executar e ministrar as canções do Diante do Trono da mesma forma, sem nenhuma restrição legal.

    É uma honra poder ver as canções do ministério Diante do Trono sendo usadas para tocar milhões de vidas no Brasil e no mundo. Esse é o verdadeiro pagamento que o ministério recebe.

    Compartilhe essa publicação e divulgue-a entre seus amigos!

    Portal Diante do Trono.”

    Ou seja: estão dizendo que o que o CCLI diz que o não é bem o que dizem.
    ¬¬

    • waltermcalister
      13 de setembro de 2012 às 15:10

      *OBS: essa mensagem não está sendo escrita pelo Bp. Walter McAlister.

      Caro Jacob,

      A lista foi divulgada na página de Facebook do Bispo Walter.

      Em Cristo,

      Administração do site

  109. Ageu Heringer Lisboa
    13 de setembro de 2012 às 14:24

    Infelizmente em torno da igreja sempre circularam abutres e impostores. Jesus teve o trabalho de derrubar a mesa dos cambistas, poupando as vidas. Ira santa!. Desde que muitos pastores cederam à pressão do sucesso capEtalista, dos grandes números, querendo inchar igrejas, aderindo a estratégias oriundas do meio empresarial, e outras aderindo à estúpida teologia da prosperidade (para os donos de igrejas), a cobrança que se pretende é consequência natural, na lógica do mercado. Repudiemos estes fingidos cantores, sacerdotes infiéis, corruptos espiritualmente. Boicote a toda esta esparrela gospel. Retome-se os eternos cantos de louvor e adoração. Ageu Heringer Lisboa

  110. Evandro Marinho
    13 de setembro de 2012 às 14:47

    Creio que o Pastor já disse tudo. Mas quero aproveitar para lembrar aos nossos irmãos que hoje a chamada ” música gospel” , termo que muitas vezes tenho repudiado, visto que todo tipo de mancha que vem sobre o evangelho podemos acrescentar a a palavra “gospel” (mesmo sabendo que a palavra gospel é a mesma evangelho, na tradução) o termo gospel, nos aparece como um evangelho à parte de tudo que temos aprendido na bíblia, até o mundo já descobriu que isto pode e é muito lucrativo. Não tenho problemas com os músicos seculares, á este respeito, pois eles fazem música para o mundo, é justo que o mundo pague para usa-las, mas o caso dos cantores “gospel” é bem distinto, pois fazem música dizendo eles que são para; louvor, júbilo, e adoração de Nosso Deus, neste caso usam o nome de Deus e a boa fé do seu povo para lucrarem, mas eles não estão sós nisto, temos os mercadores da palavra (aqueles que prometem, boa rentabilidade “dizimal” , alegando que quando você investe em Deus, ele lhe retorna com grandes lucros, neste caso o dízimo deixa de ser adoração e passa a ser uma moeda de troca), é lamentável e aos mesmo tempo poder ser muito bom: Como já foi dito pelo Pr. Walter, vamos desempoeirar hinos feitos por homens que se relacionavam com Deus, e que seu Deus era Deus mesmo, o Senhor criador dos céus e da terra, não dinheiro, pessoas e contratos.

    Que Deus tenha misericórdia deste povo que se diz “seu”.

  111. Paulo Cezar
    13 de setembro de 2012 às 17:12

    Meu caro irmão Bispo Walter.
    Certamente minha repulsa é igual… Como um cisco no meio deste fogo cruzado musical gospel, desejo sincera e ardentemente, ser achado como adorador…
    Um forte abraço.
    Paulo

  112. Ricardino de Oliveira Lacerda
    13 de setembro de 2012 às 17:23

    Bispo Walter e demais irmãos.

    Não sei porque nos surpreendemos quando acontece algo desse tipo.
    O mercado gospel no Brasil, tem crescido e muito, aliás, aqui na Bahia, já ouví até bandas de pagode cantando musica gospel para animar a “galera” em seus shows, onde pode se ouvir de tudo, desde a pornografia escrachada até as ditas musicas gospel.
    Infelizmente, eu tenho o desprazer de ouvir toda essa mistura juntamente com minha familia, devido à falta de fiscalização onde eu moro e aí os bares e carros colocam o som nas alturas.
    Mas voltando ao assunto em questão, penso que nós ouvintes, temos uma grande parcela de responsabilidade, pois se não houver que compre, não haverá quem venda, se não houver “platéia”, não há estrela.
    Muitos evangélicos, tem se deixado levar por um monte de coisa que não tem nada a ver com o evangelho, Cristo e sua igreja.
    Existe astro gospel com fã clube e tudo o mais, verdadeira idolatria. Nossos jovens estão de uma maneira tão horrivelmente contaminados com esse tipo de música, que para a liderança é uma missão quase impossível reverter o quadro.
    Boa parte da culpa é nossa.
    Até as igrejas históricas tem se deixado levar pelo modismo, e pela comodidade do “playback”, e com isso tem aberto mão de verdadeiros hinos de louvor a Deus e substituido pelas músicas da moda, que estão na boca do povo, substituindo os bons e velhos hinários Cantor e Harpa Cristã.
    Estamos permitindo que o mundo venha par dentro da igreja, e acabe por enlarguecer uma porta que é estreita por natureza, e anunciar um evangelho falsificado.

    Em Cristo,

    Ricardino

  113. Fabio Almeida Sampaio
    13 de setembro de 2012 às 19:19

    O valor dos direitos autorais, no que diz respeito aos louvores, já foi pago pelo nosso Senhor Jesus, lá na cruz do calvário.

    A paz do Senhor Jesus.

  114. MARCIO LUIS SANTOS DO VALLE
    13 de setembro de 2012 às 21:19

    meu caro bispo WALTER, quero primeiramente cumprimenta-lo pela coragem de denunciar tamanho absurdo e “engodo gospel”, vivemos atualmente num tempo em que declarações como a sua resulta em tachação de REBELDIA, então quero tb ser rebelde como o senhor, pois, não consigo conviver com tamanha hipocresia, Eu até que tentei tapar ouvidos e fechar os olhos, mas, não consigo, e ai eu me vejo um pecador inquietado pela maneira mercantilista com que alguns, e não são poucos, veêm tratando o evangelho, QUE DEUS TENHA PIEDADE DE TODOS NÓS, obrigado por levantar essa questão, e de fato falar desse assunto é tão degradante que também se sai dele todo enlamiado, preciso urgentemente ir tomar um bom banho. Saudações. A PAZ DO SENHOR.

  115. carlos puck
    13 de setembro de 2012 às 22:36

    Pastor. Onde encontro a lista de nomes que postaram em seu nome no FB? Mande-me para o email… grato.

  116. Vandim
    13 de setembro de 2012 às 23:02

    Quanto ao comunicado oficial do Diante do Trono:
    1o. Não é MENTIRA propagando nas redes sociais, eu mesmo recebi a carta.
    2o. Eles dizem que estão dispostos a receber sim: “Caso as igrejas entendam que devem pagar os direitos autorais, o CCLI recebe esses valores e repassa ao ministério.”
    3o. Apenas dizem que não vão infligir restrição legal para “quem não paga os direitos autorais”. Apelando para uma culpa, tipo se vc quiser usar sem pagar oq é de direito.
    Mentira e hipocrisia.

  117. Carla Carfi
    13 de setembro de 2012 às 23:14

    Assessoria Ton Carfi.
    Olá amigos! Aqui é da assessoria do cantor Ton Carfi. Quero aqui dizer que ele nunca cobrou e nunca vai cobrar e é totalmente contrario a essa cobrança de direitos autorais por canções cantadas em igrejas. Creio que muitos cantores que estão nesta lista nem sabem disso, pois à nós foi informado apenas que se as igrejas quisessem usar os trabalhos da CCLI ( como partituras, cifras, projeção) poderiam usar pagando uma mensalidade. Repito, se a igreja QUISER! Muitos cantores estão sendo taxados de MERCENÁRIOS sem saber do que se trata. Deus os abençoe.

  118. Renato Santana
    13 de setembro de 2012 às 23:20

    Concordo com absolutamente tudo dito pelo bispo, e com boa parte dos comentários, só fico um pouco triste de ver, mediante essa situação infeliz, que as pessoas pensam logo nos hinários históricos como solução, não que não fossem boas canções, mas não mais inspiradas que as composições de alguns artistas profundamente inspirados, e nada ligados ao movimento gospel como: João Alexandre, Stênio Marcius, Palavrantiga, Jorge Camargo, Gerson Borges, Nelson Bomilcar, Carol Gualberto, dentre tantos outros.
    Precisamos entender que a inspiraçào não chegou ao fim, o mal foi que cresceu demais e ofuscou o bem.

  119. Adilson
    14 de setembro de 2012 às 8:25

    Tomei conhecimento do fato ontem, 13/09 através do blog dos bereianos. Acessei o seu blog Bispo para ver a lista dos “autores”, a maioria dos nomes não me surpreendeu em nada. Ontem o meu sentimento foi de nojo e indignação. Hoje mudei meus sentimento, pois, vejo em tudo isso as mãos de Deus. É Jesus novamente nos mostrando a atitude certa: Expulsar dos templos o mercadejadores da fé. Já passou da hora, da verdadeira igreja varrer para fora o lixo mundanista do gospel. Jesus disse para separarmos o joio do trigo, já convivemos muito tempo com o joio chegou a hora de separar e deixar que o Senhor o queime. Cada dia que passa, vejo que a realidade do versículo do evangelho de Lucas se aproxima cada vez mais: Quando o filho do homem voltar, encontrará por ventura fé na terra? A verdadeira igreja e o verdadeiro rebanho de Cristo precisa criar vergonha na cara e banir esses mercadores. Mesmo que as nossa igrejas se esvaziem. Pelo menos teremos nas igrejas gente com compromisso com Deus e não fãs de artistas gospel.

  120. JOSE ROMUALDO
    14 de setembro de 2012 às 9:16

    Parabéns Pr, concordo também com seu ponto de vista ( mas registre algum dia destes os nomes dos fulanos)

  121. Pr. Josinaldo Cavalcanti - ICNV-MACEIÓ
    14 de setembro de 2012 às 10:19

    Infelizmente foi o próprio povo de Deus que alimentou esse mercado gospel com os seus “ídolos” comparecendo em massa em seus respectivos “shows”, deixando assim muitas vezes de comparecer a igreja no outro dia para cultuar a Deus. Fui, sou e sempre serei contra esses shows. Vejo esses acontecimentos como sendo de Deus, pois agora saberemos quem é quem de fato. Concordo em gênero e grau com tudo aquilo que o Bp. Walter postou.

  122. Eliezer Nunes
    14 de setembro de 2012 às 10:34

    Se os cantores dizem que sua inspiração vem de Deus e a base das composições é a Bíblia, seria mais justo se os direitos autorais fossem pagos a Deus. O que acham?

  123. manah
    14 de setembro de 2012 às 10:42

    a ccli emitiu um comunicado “desmentindo” essas questões. e agora? como saber o que é real?

    eis o link: http://www.ccli.com.br/site/?page_id=1321

  124. Marina Reiche
    14 de setembro de 2012 às 11:18

    Sem me meter no assunto de quem está querendo ganhar a mais, fiquei indignada é com essa organização querendo se infiltrar no Brasil assim sem propósito nenhum. O ECAD foi criado baseado em Lei Federal, baseado na Lei de Direitos Autorais. Até aí tudo certinho (não concordo muito, mas tá dentro da lei). Aí vem uma coisa com nome pomposo, internacional, que afirma que não tem nada a ver com a ECAD, só falando que porque existe a Lei dos Direitos Autorais pode sair cobrando das Igrejas… ah!! por favor!! Assim, qualquer estilo musical vai depois criando uma instituição querendo cobrar em cada festinha, rodeio, peça teatral que tocarem a música deles… Sabe o que é isso? A lei da exclusividade: todo mundo quer ter o seu pedacinho. Os gays querem ter as suas leis, as feministas querem ter as suas leis, os drogados querem ter as suas leis, os pedófilos querem ter as suas leis, e agora isso. Na realidade nenhum deles deveria ganhar os direitos autorais por essas músicas: a maior parte deveria ir pra Davi, Moisés, Salomão, Paulo, Jeremias, Maria, Jesus, Deus, João, Pedro, Abraão e etc, etc . Criar uma instituição pra eles ninguém cria.

    Eu mandei um e-mail pra câmara dos deputados, acho que o governo pode e deve fazer alguma coisa pra parar essa coisa que quer sugar o dinheiro ilegalmente das nossas igrejas aqui no Brasil. Quem quiser mandar:
    (http://www2.camara.gov.br/participe/fale-conosco)

    Até onde eu sei a ECAD foi aprovada pela Lei Federal nº 5.988/73 e é mantida pela atual Lei de Direitos Autorais brasileira – 9.610/98.

    Essa CCLI (Christian Copyright Licensing International) não pode ser tratada como uma fraude? (http://ccli.com.br/site/?page_id=915) Agora cada estilo musical vai querer cobrar os seus direitos autorais pelo mundo inteiro onde se tocarem suas músicas? O que se pode fazer para isto não acontecer aqui no Brasil?

    Até onde entendi o ECAD é o único orgão licenciado pra atuar desta forma por aqui. Eles mesmos falam que não são vinculados ao ECAD. Então só porque são uma organização internacional podem fazer a bagunça que querem no Brasil e chegar cobrando o que querem? Acho que o Governo deveria dar uma olhada mais de perto nesta organização…

    Grata pelo espaço.

  125. Lucy Araújo
    14 de setembro de 2012 às 15:41

    A Paz de Cristo, Bispo Walter

    Esta notícia em nada me surpreende!!!

    O que me deixe perplexa não são os cantores evangélicos se valorizarem tanto ao ponto de cobrarem altos cachês, visto que, os mesmos são de fato artistas gospel. Pior que isto, é a irresponsabilidade de pastores que usam o dinheiro da igreja para promoção de shows, usando o templo como palco para atrair seguidores, ao invés de utilizarem os dízimos e ofertas em prol do verdadeiro Evangelho, para que eles não sejam reprovados naquele grande Dia, quando haverá prestação de contas de tais lideranças ao legítimo dono da Igreja, os quais não alimentou quem tinha fome, não saciou quem tinha sede, não hospedou o forasteiro, não vestiu o nú, não visitou o enfermo e muito menos o encarcerado, para que esses recebessem o Evangelho da Salvação, conforme as palavras do Senhor Jesus em Mateus 25. 31-46.

    Que Deus tenha misericórdias não só dos cantores gospel, mas principalmente de algumas lideranças, que adormecidas nos braços do deus Mamon, acumulam recursos financeiros para desfrutarem na terra daquilo que os justos só poderão alcançar no Céu; e isto, de forma muito mais gloriosa do que aqueles que prevaricam para sua própria condenação.

    Em Cristo,

    ***Lucy***

  126. André Luiz da Rocha Cândido
    14 de setembro de 2012 às 17:00

    Manah disse que a CCLI emitiu um comunicado desmentindo, essas questões. Ocorre que além de idólatra , a CCLI é uma organização mentirosa que mente até desmentindo. No Facebook tem o anúncio pago deles, com a chamada REGULARIZE SUA IGREJA. Basta clicar no link e ficam compradas as afirmativas deste post.
    O link é http://www.ccli.com.br/site/?page_id=733&utm_source=facebook&utm_medium=cpc&utm_campaign=regularizesuaigreja0612
    A propósito dos caminhos pelos quais andam o Cristianismo, é bom assistir uma preleção de David Wilkerson, autor de A Cruz e o Punhal. Wilkerson por aqui é providencial, já que gente como a CCLI diz seguir a cruz, mas apunhala pelas costas. O vídeo da preleção está no link http://youtu.be/sQhuVEb7wIE

  127. José Roberto Cavalcante
    15 de setembro de 2012 às 11:05

    Entrei no site da CCLI e pedi a lista de cantores que estão “protegidos” por ela. Se houver resposta, é só divulgar e banir estes músicos das nossas igrejas.

  128. Carlos Venturelli
    15 de setembro de 2012 às 12:57

    Prezado Bispo Mc Alister e tantos outros que fizeram esses posts…Virou uma caça as “bruxas” de cantores e compositores Gospel??? Os “artistas” só estão reproduzindo um “evangellho” sem ética que eles recebem da grande maioria dos púlpitos evangélicos desse país onde a igreja deixou deixou de “servir” para ser “servida”, onde Jesus Cristo é vendido como papai noel e a espiritualidade dos irmãos se mede pelas “bençãos” alcaçadas e o cargo eclesiástico virou carreira de um bom emprego ou até enriquecimento. Quando adolescente ainda na nossa Igreja de NV em Botafogo me vi questinado negativamente pelo fato de observar que as músicas evangélicas e o início do crescimento do mercado gospel brasileiro na época já começava confuso, pois harmonia e ritmo nada tem a ver com as mensagens transmitidas pelas letras, umas vez que o principal em canto Cristão é a LETRA em coerência com a doutrina bíblica, pois há igrejas cantando por ex. “Jesus, essa “forma de luz”, pois foi gravada por um cantor conhecido de Gospel e pouca gente se importa com isso. A confusão começa quando por ex se reúnem em um evento gospel na praia do Arpoador RJ e começam a cantar: Leão de Judah, Leão de Judah, à minha espada caírão cem, bla, bla, bla…(Imagino os surfistas tentando entender que gíria é essa).Ora no ínicio do movimento Gospel a igreja perdeu uma excelente oportunidade de doutrinar esses “artistas” e ao ivés de enxotá-los ou exaltá-los mostrar que cada coisa tem o seu lugar, que como já foi dito aqui:Se a música é do Espírito é de Graça,!!!Por sua vez a igreja tb não deveria olhar com mais atenção, orientar e apoiar os seus compositores, intérpretes e músicos, criar eventos de shows de música Cristã e não eventos de “shows travestidos de cultos e evangelismo e vice-versa”? Ser Cristão me dá liberdade para falar sobre qualquer assunto pela ótica Cristã, a música é uma palavra cantada. A diferença entre música Cristã e as de Louvor, Adoração, Comunhão, Celebração, Evangelismo,etc. e a própria postura assumida durante a execução de cada uma daria uma gama enorme de assuntos para seminários e work s.
    Para um artista gravar um CD legalizado e imprimir suas cópias ele ter que estar filiado a Editoras, Ecad, Assosciações , etc. pra não falar das gravadoras evangélicas donas de radio e tv em um modelo mais perverso do que as gravadoras do mercado não gospel.Essa “turma” de oportunistas ditam as regras de mercado e cobranças, o ECAD anda por ex, cobrando música em festa de casamento e até outro dia blogs que direcionavam o link para o site de origem onde já foi pago, rss. Com o crescimento da população evangélica é bom ir se acostumando com isso e muitas coisas mais, aumenta nossa responsabilidade com Cristãos por uma igreja ética unida e condizente com a Palavra!

  129. Marcelo Braga
    15 de setembro de 2012 às 16:48

    Os evangélicos tratam a música e os seus cantores gospel como os católicos tratam as suas imagens de escultura. “citação com adaptações de anônimo aluno de História”.

    Copiado de um dos comentários deste post.

  130. José Edis Neri
    16 de setembro de 2012 às 16:38

    Parabéns Bispo Walter Mclister pelo excelente artigo “Gospel de Rapina”. Glorifico a Deus por ver que nesta “última hora”, Deus tem levantado na terra os seus “Elias” e seus João Batistas”. Homens que não temem ir para o deserto, e pouco se importam se as suas cabeças estão encima do pescoço.

    http://www.deondeeoteureino.blogspot.com
    J. Edis

  131. Bruno
    17 de setembro de 2012 às 4:47

    Muito bom o texto Bispo,
    infelizmente o estrelismo gospel tem falado mais alto.

  132. Isaac Barbosa de Sousa
    17 de setembro de 2012 às 6:16

    Se isto fosse somente com a musica….
    venho reclamando do lixo gospel dominando a igreja. Não se usa mais o Cantor Cristão e muito menos a sua “adulteração” o HCC. O problema é que estão adulterando também a Bíblia. Cada ano que passa é uma nova versão e mudança do sentido do original.
    Uma das coisas do fim é que as escrituras um dia não seriam mais entendidas pelos que a lêem e, acredito que este dia está chegando, tal é a mutilação que estão fazendo.

  133. Kletter de Menezes
    17 de setembro de 2012 às 11:12

    Que bom para esses artistas, nem sei se posso chamá-los de cristãos mais… Que bom que Deus não cobra autoria da sua obra… Enfim uma música cristão parte de conhecimentos adquiridos com a leitura diária.. alguns só pegam o versículo e põem uma melodia.. deu certo, tem um música… Eles estão engordando com aquilo que é nosso.. o Evangelho do Senhor Jesus… Triste fim para o movimento gospel…

  134. Nome (Obrigatório)
    17 de setembro de 2012 às 20:12

    Muito bom Bispo, será que iremos precisar de um novo “Lutero” ? claro que não, a palavra está ai e a semente foi lançada. Que Deus continue te abençoando rica e abundantemente.

  135. edvaldo
    18 de setembro de 2012 às 5:28

    ESTOU A 2 ANOS SEM OUVIR OUVIR MUSICA GOSPEL EM MEU PC, EM MINHA TV, EM MINHA CASA.

    AGRADEÇO A DEUS POR ME LIVRAR DESSA FALSA ADORAÇÃO .

    APENAS DEUS SEJA “LOUVADO”

  136. EDVALDO
    18 de setembro de 2012 às 5:31

    OBS. NA MINHA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, TAMBÉM NÃO OUÇO MUSICAS GOSPEL POIS LÁ NUNCA TROCAMOS OS HINOS PELA MUSICA GOSPEL.

  137. Renata
    21 de setembro de 2012 às 11:33

    Só achei precipitada e arriscada algumas indiretas ou juízos mesmo sobre e para alguns ministérios. Também fora de contexto a classificação, ou seu gosto sobre estilos musicais, né, meu bispo?! Se o senhor não gosta, eu respeito, mas não deixam de ser inspiração divina algumas canções “passionais (quase sensuais)”, como o senhor falou, só porque o senhor não gosta. Conheço sua opinião sobre o assunto e realmente gosto de muitas dessas músicas. O livro de Oséias, Cantares, Ezequiel e demais passagens que Deus demonstra seu amor ardente e passional pelo seu povo, comparando a si mesmo a um marido fiel e apaixonado não me escandalizam.
    No mais, muito sóbrio, bênção mesmo! Parabéns pela postura.

  138. andré
    21 de setembro de 2012 às 17:25

    Que o Senhor Te Abençoe por ter coragem de combater essa terrível abominação e apostasia que invadiu as igrejas cristãs.

    Isto que está ocorrendo é uma preparação para o ecumenismo, onde todos terão que adorar a besta quando for promulgado o decreto-dominical, que terá a finalidade de anular A Lei do Senhor.

    A maioria dos cristãos vivem em apostasia , dizendo que A Lei de Deus foi abolida.

    como assim foi abolida ?

    Por acaso, adultério não é mais pecado ?

    Quem obedece este mandamento que está em Exôdo 20 está equivocado, buscando salvação pelas obras ?

  139. Cezar Rios
    24 de setembro de 2012 às 9:22

    Em pesquisa ao site CCLI Brasil, não consegui identificar tal cobrança desta instituição às igrejas. Inclusive, há uma seção no site dedicada ao esclarecimento desta manifestação. Gostaria realmente de saber melhor sobre a situação, mas ao que me parece, foi apenas um engano. Segue endereço do esclarecimento: http://www.ccli.com.br/site/?page_id=1321

  140. Júlio César
    26 de setembro de 2012 às 12:26

    Concordo plenamente Walter…
    Que o Senhor levante pessoas com este mesmo espírito, ou seja, verdadeiros adoradores.
    Que Deus vos abençoe.

  141. vittor
    16 de outubro de 2012 às 19:23

    Amados, leiam a posição do ECAD.

    http://www.ecad.org.br/ViewController/publico/conteudo.aspx?codigo=1128

    Posicionamento do Ecad – CCLI
    Em atenção às notícias veiculadas na mídia nacional acerca da atuação da Christian Copyright Licensing International – CCLI na cobrança de direitos autorais em templos religiosos, esclarecemos que aquela entidade não guarda qualquer tipo de relação ou vínculo com o Ecad, agindo à sua revelia.

    Salientamos ainda que a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98), em seu artigo 99, determina que o Ecad é a única entidade com poderes legais para representar os titulares de obras musicais, líteromusicais e fonogramas na arrecadação e distribuição de direitos autorais por execução pública de suas obras.

    Por tal razão, é vedado a qualquer outra entidade cobrar direitos autorais por execução pública de obras musicais, que poderá ser responsabilizada civil e penalmente pelo ilícito praticado, na forma da lei.

    Ademais, elucidamos que o Ecad não efetua a cobrança de direitos autorais de obras musicas executadas publicamente durante cultos religiosos de qualquer natureza.
    Fonte: Ecad

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